Ameaça de invasão

Entidades chamam Moro de golpista e ameaçam invadir propriedades

BRASÍLIA, DF, BRASIL 02.03.2016. A presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer participam da assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta entre a União, os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo e a Samarco Mineradora S/A(FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER
A presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer
Em evento no Palácio do Planalto, representantes de movimentos de luta pela reforma agrária criticaram nesta sexta-feira (1º) a atuação do juiz Sergio Moro e incitaram a invasão de latifúndios no país caso a regularização de terras para assentamentos não avance.
Durante a cerimônia, em que a presidente Dilma Rousseff assinou atos que autorizam a regularização de áreas rurais para a reforma agrária e para comunidades quilombolas, também pediram o combate à bancada dos ruralistas e da bala da Câmara dos Deputados.

"Vamos ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe", afirmou o secretário de finanças e administração da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Aristides Santos.

Em discurso duro, o coordenador nacional do MST (Movimento dos Sem-Terra), Alexandre Conceição, chamou Moro de golpista e disse que, com sua caneta de magistrado, ele faz "maldades contra o povo brasileiro".

Ele acusou o juiz de ter, há três anos, determinado a prisão de integrantes do movimento social. "O juiz Sergio Moro, esse golpista, prendeu nossos companheiros há três anos sem justificativa.Nós não cometemos crimes, quem comete crime é o latifúndio e o juiz Sergio Moro, que faz com a sua caneta maldades contra o povo brasileiro", disse.

Conceição também chamou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de "bandido" e criticou os veículos de imprensa.
Segundo ele, os meios de comunicação querem o impeachment da presidente para que a população mais rica chegue ao Palácio do Planalto.

"O Palácio do Planalto não pertence a 1% da população brasileira", disse. "Nós vamos ocupar as ruas em defesa de seu mandato, presidente. A senhora é uma mulher honrada e não pode ser julgada por um bandido como o Eduardo Cunha", disse.

Conceição cobrou ainda a liberação de mais recursos para o Incra e para o Ministério do Desenvolvimento Agrário. "É preciso que haja a recomposição efetiva do Incra e do MDA para que eles possam ajudar a construir um processo de agroindustrialização para que a nossa produção possa ser beneficiada e para que nossa juventude não precise mais sair do campo para viver com drogas nas cidades. O campo precisa ser um lugar excelente", disse.

Obcecada com a Presidência, Marina aposta no caos de novas eleições



Marina é o exemplo do PT. Não liga para o país, tampouco para o povo. Seu único objetivo é cumprir um projeto pessoal de poder.

Após longa imersão sem se manifestar politicamente, a Fadinha da Floresta resolveu dar o ar da graça no programa de Jô Soares.


Jô Soares vai caracterizando seu final de carreira por um chapa-branquismo de fazer inveja ao finado programa "A Semana do Presidente" do SBT. Primeiro foi a entrevista-declaração-de-amor com Dilma Rousseff. Agora, em um momento que porta-vozes palacianos dão curso à manobra desesperada de Dilma de convocar novas eleições, Jô resolve ouvir a principal interessada na jogada, a senadora Marina Silva.
Marina foi adversária de primeira hora do impeachment. Sempre defendeu a saída mais difícil e improvável: a cassação da chapa no TSE e a convocação de novas eleições. Marina não quer anular apenas os mais de 54 milhões de votos obtidos por Dilma. Quer também que se ignorem os 51 milhões de votos obtidos pelo oposicionista Aécio Neves, com uma candidatura que não enfrenta qualquer problema de ordem jurídica. É estranho que ninguém chame uma proposta como esta de golpe.
Com o impeachment praticamente consolidado, agora Marina tenta se limpar na própria sujeira. Com o líder de seu partido, a Rede, defendendo o impeachment, ela vê outros ex-petistas convictos como ela própria, como Alessandro Molon, se juntando à tropa de choque dilmista no Congresso. E então vem a entrevista à Jô Soares em que ela nega que vá disputar as novas eleições. É de uma cara de pau de fazer inveja ao seu eterno chefe, Lula.
Marina não está nem aí para a estabilidade nacional. Marina não está nem aí para a gravíssima crise que o Brasil enfrenta. Marina não está nem aí para os milhões de desempregados que vão se somando.
Ela tem uma única obsessão: a Presidência.
Já vimos isso antes, com um personagem que usa barba e não tem um dos dedos.
O resultado estamos experimentando diariamente.

governo Macri

Após governo Macri reduzir impostos e gastos estatais, inflação diminui na Argentina


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Se você quiser saber a razão pela qual não teremos como reverter o colapso econômico se não tirarmos Dilma, basta ler esta matéria do ILISP:
Após adotar uma estratégia liberal de redução da impressão de dinheiro feita pelo estado – por meio da redução do principal motivo para que ela ocorra, os gastos do estado – e redução de impostos e burocracia para destravar setores importantes da economia argentina como a agropecuária e a mineração, o governo do presidente Maurício Macri começa a colher os primeiros frutos.
De acordo com os primeiros dados oficiais de inflação – manipulados por nove anos pelo governo da socialista Cristina Kirchner e trazidos novamente à realidade pelo governo Macri – colhidos na província de San Luis, a inflação segue alta – 2,7% em fevereiro – mas diminuiu drasticamente em comparação com dezembro (6,5% no mês) e janeiro (4,2% no mês). A inflação acumulada em 12 meses está em 36% – ainda acima da meta do governo Macri deste ano (25%) – mas o governo acredita que a mesma irá cair ainda mais no segundo semestre, alcançando a meta estipulada para este ano de ajuste na economia argentina.
Como informou o próprio Macri seguidas vezes em entrevistas, expondo sua visão liberal, “o principal culpado pela inflação é um governo que gasta mal e mais do que pode. A emissão de moeda pelo governo é a responsável pela inflação“. Como se vê, a solução dos problemas econômicos começa com o correto entendimento de suas causas.
A fórmula é muito simples: Macri estancou a doença do aparelhamento estatal. Mas um governo Dilma jamais poderá fazer isso, pois, devido ao socialismo retinto de sua base de apoio, é preciso aparelhar o estado ao máximo. Assim, reduzir impostos e uma burocracia se transforma em uma blasfêmia para Dilma, mas é a solução dos problemas para Macri.

Italianos rechaçam possibilidade de dar asilo a Lula: “Será acomodado junto aos cães e porcos” disse um morador


Italianos rechaçam possibilidade de dar asilo a Lula: “Será acomodado junto aos cães e porcos” disse um morador




No último fim de semana, a revista Veja veiculou uma matéria cogitando que o ex-presidente Lula teria intenção de pedir asilo político a um país europeu, possivelmente a Itália

Pelo fato de ter dupla cidadania [Brasileira e Italiana] e alegando ser um perseguido político, Lula teria um plano secreto, diz a revista.

“O plano seria pedir asilo à Itália e deixar o Brasil, evitando assim a prisão”
Aliados do ex-presidente disseram que a revista Veja perdeu a noção do ridículo e noticiou um fantasioso “plano de fuga”.

A Veja disse também que no plano estaria a possibilidade de um salvo conduto [acordo] que permitiria a Lula se deslocar da referida embaixada [Itália] até o aeroporto, onde tomaria um voo até o país europeu.
A notícia se espalhou rápido e aterrissou na imprensa italiana, onde leitores comentaram a matéria.
O site do jornal italiano “Il Giornale” noticiou:
“Lula vuol sfuggire al carcere: “L’Italia mi dia asilo politico” (Lula quer escapar da prisão: “A Itália vai me dar asilo político”).
Il Giornale dá detalhes sobre a árvore genealógica de Marisa Letícia, (e não Lula) que tem descendência italiana.
“A escolha do país seria por causa da esposa de Lula, Marisa Letícia […]. Na verdade, a ex primeira-dama é, originalmente, de Palazzago onde viviam, na Via Valle, os bisavós Giovanni Casa e Albina Mazoleni, desde 1908, antes de se mudar para a América do Sul.”
Mas o que chama realmente a atenção é a forma repulsiva que os italianos receberam e comentaram a notícia, traçando um paralelo entre Lula e Cesare Battisti, que teve seu pedido de extradição negado pelo então presidente Luíz Inácio.

A repulsa do povo italiano

Abaixo alguns comentários sobre o assunto [ publicados na reportagem do site do Il Giornalle]:

25/03/2016 – 11:00: “Absolutamente negar-se.[…] um político perseguido que tem subornos, e que está sendo investigado pelo judiciário de seu país. Em segundo lugar este é o presidente que nos negou a extradição de Cesare Battisti.[…].”

25/03/2016 – 11:19: “Estará na Itália, mas em conjunto com Cesare Battisti, alojado na mesma cela do homem que ele não queria extraditar. Criminosos miseráveis, do mesmo nível.”
25/03/2016 – 11:46: “Mas por que ele não vai para Hammamet?”

25/03/2016 – 24:41: “Em lugar usado para acomodar os cães e porcos, não se deve encontrar dificuldades para conceder o seu pedido… desde que especifique bem, a pergunta: qual das duas categorias pertence.”

Do jornal Corriere de La Sera:
5/03/2016 | 00:43: “Bem, agora nós permitimos asilo político à Lula, depois a troca imediata com Battisti”

25/03/2016 | 14:14: “Vamos aceitá-lo, para então depois fazermos a troca com o outro criminoso, Cesare Basttisti”, e assim, devolvê-lo para as prisões brasileiras.

Alguns políticos italianos também se manifestaram:
“Esperamos uma negação acerca do plano secreto para dar asilo na Itália ao ex-presidente brasileiro Luis Inácio Lula da Silva. Após o desprezo repetidamente dirigido ao nosso país, com a recusa de concessão de extradição do terrorista Cesare Battisti[…], seria mais uma humilhação para o nosso país”. Declarou a deputada da Forza Itália, Elvira Savino.

Cuba, a farsa

Cuba, a farsa – A baixa mortalidade infantil no país que pratica a eugenia se deve a um número escandaloso de abortos. As mentiras sobre o passado e o presente de Cuba e dois vídeos sobre o que só os cubanos veem


Em Cuba, quase nada é de verdade. Em Cuba, verdadeiro mesmo, só o socialismo. A página sobre o país na Wikipedia parece ter sido redigida pelo Granma, aquele jornal oficial do Partido Comunista que a população usa para a higiene, digamos, íntima porque, vocês devem saber, quase não há papel higiênico na ilha. Lamento pelo desconforto que deve implicar, mas pergunto: que destinação melhor poderia ser dada ao que escrevem os comunistas? A maior de todas as farsas da ilha é antiga. Foi inventada pela canalha de Fidel Castro e adotada por intelectuais ocidentais. Diz respeito ao espetacular avanço social que teria havido no país depois da revolução de 1959.
Esse salto é tão mentiroso quanto as ditas múltiplas tentativas de matar Fidel Castro — o super-herói, no entanto, sempre teria escapado. Se verdade fosse, seria o caso de ele se sentir rejeitado até pelo capeta. Mas também isso era só mistificação. Cuba estava longe de ser um desastre social antes da revolução comunista. Em 1952, o país tinha o terceiro melhor PIB per capita entre os países latino-americanos. Vinte anos depois da revolução, só ganhava de Nicarágua, El Salvador e Bolívia. Os dados estão no livro “La lune et le caudillo: Le rêve des intellectuels et le régime cubain”, de Jeannine Verdes-Leroux (para comprar na Amazon, clique aqui). Quando Fidel chegou ao poder, anunciou que a taxa de analfabetismo no país era de 50%. Mentira! Era de 22% — a do mundo, alcançava 44%. Esses dados estão compilados em “O Livro Negro do Comunismo – Crime, Terror e Repressão” (vários autores, Editora Bertrand Brasil). No Brasil (ver tabela ), era de 39,7% — dados do Ministério da Educação.
Outro dos mitos de Cuba é a baixa mortalidade infantil, que estaria hoje em torno de 4,5 por mil, só perdendo para o Canadá nas Américas. Há uma grande possibilidade de que esses números sejam manipulados (já chego lá). Em todo caso, é preciso que se considere um dado estarrecedor. Em Cuba, o aborto é legal desde 1965. O país é um açougue. Deve estar entre os campeões mundiais na modalidade, que passou a ser empregada como método contraceptivo. Ninguém precisa acreditar em números dos “adversários” de Cuba, não! Segundo dados oficiais, em 2006, por exemplo, 67.903 mulheres na faixa dos 12 aos 49 anos se submeteram a pelo menos um aborto — ou seja, de cada 100 mulheres grávidas, 37 abortaram. Nascem por ano uns 3 milhões de crianças. no Brasil. Se os números fossem os mesmos de Cuba, isso corresponderia a 63% das que não abortaram (100 menos 37). Assim, o total de grávidas seria 4.716.904 grávidas para 3 milhões de nascimentos — ou seja: 1,716.8904 abortos. EIS O MILAGRE CUBANO; MATE ANTES QUE NASÇA. Esses números acabam com a farsa monstruosa de que a legalização do aborto provoca uma redução no número de ocorrências. ISSO É MATEMÁTICA, NÃO É RELIGIÃO.
E ainda pode ser mais horripilantes. Cuba realiza, sem qualquer pudor, o aborto eugênico — a eliminação de fetos com deficiência, qualquer que seja ela. O país também foi um dos pioneiros na propagação do aborto químico, realizado com remédios. Mate os fetos e diminua a mortalidade infantil. É o modo comunista de fazer as coisas.
Em 2009, a CNN exibiu uma reportagem sobre as maravilhas do sistema cubano de saúde, entremeando com cenas do filme “Sicko”, do delinquente Michael Moore, que ataca duramente o sistema de saúde dos EUA. A reportagem mereceu uma resposta de Humberto Fontova, cubano de nascimento, que mora nos EUA e luta contra a ditadura comunista. O texto foi traduzido e publicado no Brasil pelo Instituto Ludwig von Mises Brasil. Fontova lembra, por exemplo, que, em 1958, um ano antes da revolução, Cuba já ocupava a 13a posição no ranking dos países com a menor mortalidade infantil. Escreve ele: “Isso colocava o país não apenas no topo da América Latina, mas também acima de grande parte da Europa Ocidental, à frente da França, Bélgica, Alemanha Ocidental, Israel, Japão, Áustria, Itália, Espanha e Portugal. Hoje, todos esses países deixam a Cuba comunista comendo poeira, com taxas de mortalidade infantil muito menores”.
Pois é… Cuba realiza mesmo alguns prodígios. Enquanto a taxa de mortalidade infantil está abaixo de 5 por mil nascimentos (no Brasil, é de 16), abaixo da dos EUA (5,3), quando se trata de verificar a mortalidade das crianças de 1 a 4 anos, aí se verifica o quê? Nos EUA, é de 8,8 por mil; em Cuba, de 11,8 (no Brasil, 18,76 em 2010). Assim, o mais provável é que Cuba falsifique os dados. Mais um trecho do texto de Fontova: “Em abril de 2001, o Dr. Juan Felipe García, de Jacksonville, Flórida, entrevistou vários médicos que haviam desertado recentemente de Cuba. Baseado no que ouviu, ele declarou o seguinte: ‘Os números oficiais da mortalidade infantil de Cuba são uma farsa. Os pediatras cubanos constantemente falsificam os números a pedido do regime. Se um bebê morre durante seu primeiro ano de vida, os médicos declaram que ele era mais velho. Caso contrário, tal lapso pode custar-lhe severas punições, além do seu emprego’”. Faz sentido. O que entra para as estatísticas mundiais são os índices de mortalidade infantil.
Há mais. Em números de 2009, a mortalidade materna em Cuba (mulheres que morrem durante ou logo depois do parto) era de 33 por 100 mil; nos EUA, de 8,4 (ATENÇÃO! NO TEXTO TRADUZIDO, CUJO LINK VAI ACIMA, HÁ UM ERRO IMPORTANTE: FALA-SE LÁ QUE ESSES NÚMEROS SE REFEREM A GRUPOS DE MIL). Entenderam os paradoxos? Cuba, então, teria uma mortalidade infantil mais baixa do que a dos EUA, mas muito maior quando se comparam as crianças até 4 anos. A mortalidade materna, por sua vez, seria quase o quádruplo. De toda sorte, pode ser pior no Brasil, claro! A mortalidade materna, aqui, foi de 65 por 100 mil em 2010. Notem bem: não escrevo este post para provar que a saúde brasileira é melhor do que a cubana, mas para demonstrar que os números cubanos são uma farsa.
Adiante.
O site The REal Cuba publicou vídeos feitos por cubanos sobre as reais condições das instituições de saúde na ilha — não a mistificação mostrada pela CNN. O material foi enviado à emissora, informa Fontova, e estavam prontos para ir ao ar. Mas o governo cubano ficou sabendo e iniciou uma enorme pressão para impedir. E foi bem-sucedido. O bom de haver uma real pluralidade na imprensa americana é que Fox News se interessou pelo material. As cenas são horripilantes, conforme se pode ver abaixo.






Encerro
“Tudo mentira! Tudo manipulação”! Claro, claro! A coerência dos dados propagandeados fala por si. E as mentiras contadas sobre a Cuba pré-Fidel também.
Os falsos números servem para embalar o discurso ideológico do jornalismo militante, o discurso vigarista do subjornalismo a soldo e, como sempre, a ilusão dos ignorantes.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

Mauricio Macri e Jair Bolsonaro - A imagem do Futuro.



O que vem se mostrando pelo novo presidente da Argentina é a imagem do futuro da America Do Sul, Brasil e Argentina seguem caminhos diferentes, Mauricio Macri, o atual presidente da Argentina encontrou o caminho mais rápido para o desenvolvimento do país.



Brasil continua na luta em busca de seu futuro melhor, nossos hermanos já encontraram e resolveram escolher o caminho do futuro.

A "Direita" se mostra que esta disposta a realmente reconstruir o que a esquerda destruiu.

O Brasil parece ter escolhido o seu "Capitão Direita", Jair messias Bolsonaro, atualmente vem crescendo muito em pesquisas.

Seriam eles os escolhidos de uma profecia de mudança e derrubada governos malignos? Haha. Creio que sim.

Mauricio Macri já tem em mãos a Argentina, agora ele pode reconstruir.

E em 2018, Jair Bolsonaro terá sua oportunidade.

Lava-Jato entra em 2016 disposta a descobrir quem foi o “mentor do esquema”

Lava-Jato entra em 2016 disposta a descobrir quem foi o “mentor do esquema”

Na primeira reportagem da série Perspectiva-2016 da Política, os desdobramentos da investigação que sacudiu o país em 2015. Agora, a força-tarefa vai focar nos partidos e na descoberta dos líderes do esquema de desvios de recursos da Petrobras