Jô Soares vai caracterizando seu final de carreira por um
chapa-branquismo de fazer inveja ao finado programa "A Semana do
Presidente" do SBT. Primeiro foi a entrevista-declaração-de-amor com
Dilma Rousseff. Agora, em um momento que porta-vozes palacianos dão
curso à manobra desesperada de Dilma de convocar novas eleições, Jô resolve ouvir a principal interessada na jogada, a senadora Marina Silva.
Marina foi adversária de primeira hora do impeachment. Sempre defendeu a saída mais difícil e improvável: a cassação da chapa no TSE e a convocação de novas eleições. Marina não quer anular apenas os mais de 54 milhões de votos obtidos por Dilma. Quer também que se ignorem os 51 milhões de votos obtidos pelo oposicionista Aécio Neves, com uma candidatura que não enfrenta qualquer problema de ordem jurídica. É estranho que ninguém chame uma proposta como esta de golpe.
Com o impeachment praticamente consolidado, agora Marina tenta se limpar na própria sujeira. Com o líder de seu partido, a Rede, defendendo o impeachment, ela vê outros ex-petistas convictos como ela própria, como Alessandro Molon, se juntando à tropa de choque dilmista no Congresso. E então vem a entrevista à Jô Soares em que ela nega que vá disputar as novas eleições. É de uma cara de pau de fazer inveja ao seu eterno chefe, Lula.
Marina não está nem aí para a estabilidade nacional. Marina não está nem aí para a gravíssima crise que o Brasil enfrenta. Marina não está nem aí para os milhões de desempregados que vão se somando.
Ela tem uma única obsessão: a Presidência.
Já vimos isso antes, com um personagem que usa barba e não tem um dos dedos.
O resultado estamos experimentando diariamente.
Marina foi adversária de primeira hora do impeachment. Sempre defendeu a saída mais difícil e improvável: a cassação da chapa no TSE e a convocação de novas eleições. Marina não quer anular apenas os mais de 54 milhões de votos obtidos por Dilma. Quer também que se ignorem os 51 milhões de votos obtidos pelo oposicionista Aécio Neves, com uma candidatura que não enfrenta qualquer problema de ordem jurídica. É estranho que ninguém chame uma proposta como esta de golpe.
Com o impeachment praticamente consolidado, agora Marina tenta se limpar na própria sujeira. Com o líder de seu partido, a Rede, defendendo o impeachment, ela vê outros ex-petistas convictos como ela própria, como Alessandro Molon, se juntando à tropa de choque dilmista no Congresso. E então vem a entrevista à Jô Soares em que ela nega que vá disputar as novas eleições. É de uma cara de pau de fazer inveja ao seu eterno chefe, Lula.
Marina não está nem aí para a estabilidade nacional. Marina não está nem aí para a gravíssima crise que o Brasil enfrenta. Marina não está nem aí para os milhões de desempregados que vão se somando.
Ela tem uma única obsessão: a Presidência.
Já vimos isso antes, com um personagem que usa barba e não tem um dos dedos.
O resultado estamos experimentando diariamente.

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